na fita
sobre algo chato hoje:
tem um cara por ai, é...ele mesmo,
por conta de tudo não dito, ele começou a falar,
a falar...e a falar,
não distinguia o verdadeiro do sublime,
a curva da elipse,
o lápis da borracha.
Mas era esperto,
amigo do rei.
Belo dia...bela noite,
_afinal, já também não sabia se era claro ou escuro_
fechou os olhos abertos e respirou
o vazio do ar,
e algo entrou como cocaína.

Escrito por rapha_ às 16h02
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